BOLSONARO MELHORA MAS SEGUE NA UTI: Tarcísio Visitou 5 Ministros do STF para Pedir Prisão Domiciliar
Atualização da manhã de sábado (21/03): O ex-presidente Jair Bolsonaro mantém boa evolução clínica e laboratorial, de acordo com o boletim médico do Hospital DF Star divulgado nesta sexta-feira (20). Porém, o ex-chefe do Executivo segue sem previsão de alta da UTI, com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora.
O que diz o boletim
“Mantém boa evolução clínica e laboratorial, em uso de antibioticoterapia endovenosa. Segue com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento”, informou o comunicado do DF Star.
Bolsonaro está internado desde o dia 13 de março com uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. O cardiologista Brasil Caiado afirmou que há melhora progressiva, com tomografia apontando recuperação mais significativa no pulmão direito — o esquerdo ainda apresenta comprometimento moderado.
Tarcísio faz ronda no STF
Na tarde e noite de quinta-feira (19), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), percorreu o Supremo Tribunal Federal para reforçar o pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro, com base no estado de saúde crítico do ex-presidente.
Tarcísio se reuniu com cinco ministros do STF: Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin. O governador deixou o Tribunal por volta das 20h40 após uma sequência de conversas que começou às 16h.
- A pauta oficial de parte das reuniões foi a privatização da Sabesp — mas a questão Bolsonaro permeou os encontros
- Moraes já havia consultado o PGR sobre a prisão domiciliar do ex-presidente
- A decisão sobre o pedido ainda está pendente no STF
Cenário político
A saúde de Bolsonaro segue no centro das atenções políticas do país. Com o ex-presidente preso e internado com pneumonia grave, aliados intensificam a pressão para que o STF conceda a prisão domiciliar. A decisão de Moraes é aguardada com expectativa tanto pela família quanto pelo campo conservador.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo, G1/Globo