ATAQUE ANTISSEMITA EM AMSTERDÃ: Bomba explode em escola judaica — prefeita condena ‘ataque deliberado contra a comunidade judaica’
Uma explosão danificou uma escola judaica em Amsterdã, na Holanda, na madrugada deste sábado (14). A prefeita da cidade classificou o incidente como “um ataque deliberado contra a comunidade judaica”. Por sorte, não havia estudantes no local e não há feridos registrados.
Europa em alerta contra o antissemitismo
O ataque ocorre em um momento de tensão crescente na Europa, onde episódios de antissemitismo vêm aumentando desde a escalada do conflito no Oriente Médio. Amsterdã já foi palco de ataques contra torcedores israelenses em novembro de 2024, quando uma multidão cercou e agrediu cidadãos com bandeiras de Israel após uma partida de futebol — um episódio que chocou o mundo ocidental. O atentado desta madrugada demonstra que o ódio ao povo judeu na Europa não é isolado: é sistemático, e vem sendo alimentado por décadas de omissão das elites progressistas do continente.
Macron pede negociações — mas o terror continua
Neste mesmo dia, o presidente francês Emmanuel Macron se ofereceu para mediar negociações entre Israel e Líbano em Paris, buscando um cessar-fogo “duradouro”. O mundo ocidental, porém, precisa entender que diplomacia sem segurança é ilusão. Enquanto escolas judaicas são bombardeadas na Europa e milícias financiadas pelo Irã atacam bases americanas no Iraque, a paz negociada à mesa só será possível com pressão militar real — exatamente o que Trump tem feito. Israel e seus aliados continuam na linha de frente da defesa da civilização ocidental.