🚨 RECEITA FEDERAL CONFIRMA: Master Pagou R$ 80 MILHÕES ao Escritório da Esposa de Moraes — Valor Dobra e Escândalo Explode
A Receita Federal revelou nesta quarta-feira (8) que o Banco Master pagou R$ 80 milhões ao escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes — valor que dobra os R$ 40 milhões divulgados anteriormente. O dado emergiu durante os trabalhos da CPI do Crime Organizado no Senado.
O que a Receita Federal revelou
Documentos da Receita Federal entregues à CPI indicam que os pagamentos do Banco Master ao escritório de Viviane Barci totalizaram R$ 80 milhões em 2024, superando os R$ 40 milhões mencionados em reportagens anteriores. O escândalo, que já havia motivado pedidos de impeachment no Senado, ganha agora uma nova e ainda mais grave dimensão.
Simultaneamente, o BRB (Banco de Brasília) encaminhou à Polícia Federal o relatório de auditoria externa realizado sobre o Banco Master — material que pode conter informações cruciais sobre o rombo bilionário e as conexões com autoridades.
Conflito de interesses flagrante
A questão central é o conflito de interesses: enquanto o escritório da esposa de Moraes recebia dezenas de milhões do Master, o ministro teria, segundo investigações da PF, intervido junto ao Banco Central em favor da aquisição do Master pelo BRB.
Moraes nega qualquer pressão irregular e afirma que o escritório de sua esposa não atuou no processo de aquisição. No entanto, 32 deputados federais assinaram pedido de impeachment com base nesses fatos, e o Senado já acumula 8 pedidos formais de impeachment contra Moraes e Toffoli relacionados ao caso Master.
Pedidos de impeachment se multiplicam
A revelação dos R$ 80 milhões impulsiona ainda mais os pedidos já protocolados no Senado:
- Moraes: ao menos 3 pedidos de impeachment, o principal assinado por 32 deputados
- Toffoli: 6 pedidos, focados no sigilo atípico que ele impôs à investigação
- CPI do Crime Organizado: encerrada por Alcolumbre antes que todos os dados chegassem
BRB encaminha auditoria à PF
O Banco de Brasília (BRB), que adquiriu o Master em operação sob suspeita, encaminhou nesta quarta à Polícia Federal o relatório completo de auditoria externa. A medida sinaliza que o próprio banco busca colaborar com as investigações.
Fontes
G1/Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil — 08/04/2026