🔥 TRUMP EM NEGOCIAÇÕES “ACALORADAS” COM IRÃ: Paquistão Pede 2 Semanas — Mundo na Beira do Abismo
A poucas horas do prazo final estabelecido por Donald Trump ao Irã, o mundo está na corda bamba entre a guerra e a diplomacia. O presidente americano afirmou à Fox News estar em “negociações acaloradas” com Teerã — mas o regime iraniano se recusa a recuar, enquanto a população do país forma correntes humanas para proteger as usinas de energia.
📍 O Que Está Acontecendo
Trump havia imposto um ultimato: o Irã deve reabrir o Estreito de Ormuz ou sofrerá ataques militares contra sua infraestrutura vital, incluindo usinas de energia. O prazo expira nesta terça-feira à noite.
- 🇺🇸 Trump confirmou à Fox News que está em “negociações acaloradas” com o Irã
- 🇵🇰 Paquistão pediu a Trump uma prorrogação de 2 semanas do ultimato para permitir mediação diplomática
- 🇮🇷 Irã convocou a população para proteger usinas com correntes humanas — milhões atenderam
- 🇮🇷 Regime iraniano prometeu deixar o “Oriente Médio inteiro no escuro” caso os EUA ataquem suas usinas
- 💥 Explosões foram ouvidas em Doha (Catar) e sirenes soaram no Bahrein
- 🏳️ China e Rússia vetaram resolução da ONU sobre o conflito
- 🕊️ Papa Francisco e líderes mundiais condenaram as ameaças de Trump ao Irã
🗺️ O Que Está em Jogo
O Estreito de Ormuz é responsável pelo escoamento de cerca de 20% do petróleo mundial. Um bloqueio ou ataque à região pode provocar uma crise energética global, com impacto imediato nos preços dos combustíveis em todo o mundo — incluindo no Brasil.
Paquistão como mediador
O primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif afirmou que os esforços diplomáticos estão “progredindo de forma constante” e pediu a Trump que estenda o prazo por duas semanas. Sharif também pediu ao Irã que abra o Estreito como “gesto de boa vontade” durante o período.
⚠️ Próximas Horas São Decisivas
O mundo aguarda. As opções na mesa: (1) Irã cede e negocia; (2) Trump aceita a mediação do Paquistão; (3) EUA lançam ataque militar. Qualquer dos três cenários mudará o Oriente Médio — e o mercado global de energia — de forma permanente.
Fontes: G1/Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil — 07/04/2026