🚨 PRAZO EXPIRA AGORA: Explosões no Catar e Sirenes no Bahrein — Trump Ultimato ao Irã Chega ao Limite
⚠️ BREAKING — 20h47 (Brasília) | 7 de abril de 2026
O prazo dado por Donald Trump para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz expirou às 21h (horário de Brasília) nesta terça-feira — e os primeiros sinais de escalada já são visíveis: explosões foram registradas em Doha (Catar), sirenes soaram no Bahrein e sistemas de defesa antiaérea foram ativados nos Emirados Árabes Unidos.
O que Trump prometeu
O presidente americano havia dado o ultimato de forma explícita: se o Estreito de Ormuz não fosse reaberto, as forças dos EUA bombardeariam usinas de energia e pontes iranianas. Em post na rede Truth Social horas antes, Trump escreveu:
“Uma civilização inteira morrerá hoje à noite, para nunca mais ser ressuscitada.”
Trump, contudo, sinalizou que um acordo de última hora ainda seria possível — mas o Irã não recuou.
Reação do Irã e da região
- O regime iraniano convocou a população a formar correntes humanas ao redor de usinas de energia para protegê-las
- O presidente Masoud Pezeshkian afirmou que 14 milhões de pessoas se inscreveram como mártires pelo Irã
- O Irã cortou comunicação diplomática com os EUA após o ultimato
- China e Rússia vetaram no Conselho de Segurança da ONU uma resolução que previa uso de força no Estreito
Contexto: por que o Estreito de Ormuz é estratégico
O Estreito de Ormuz é passagem de cerca de 20% do petróleo mundial. O fechamento da rota pelo regime iraniano, desde o início da guerra em 28 de fevereiro, provocou choque global nos mercados e pressão crescente de Trump por ação militar.
Outros líderes reagiram
- Papa Francisco classificou as ameaças de Trump como “inaceitáveis” e pediu pressão popular pelo fim da guerra
- O Paquistão pediu reabertura do Estreito e cessar-fogo de duas semanas
- Políticos americanos e a ONU também manifestaram preocupação
A situação é monitorada em tempo real. Atualizações a qualquer momento.
Fontes: G1/Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil