🇧🇷 FLÁVIO BOLSONARO NO FINANCIAL TIMES: “Lula Trata o Brasil como Colônia da China” — Senador Defende Aliança com Trump e Propõe Nova Política Externa
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, concedeu entrevista exclusiva ao prestigioso jornal britânico Financial Times nesta terça-feira (7), na qual fez críticas contundentes ao governo Lula e defendeu uma mudança radical na política externa brasileira.
“O Brasil Virou Colônia da China”
Na entrevista, Flávio afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está abrindo o Brasil como uma “colônia chinesa”, ao mesmo tempo em que fecha as portas para os Estados Unidos.
“O presidente Lula erra ao fechar as portas para os EUA e simplesmente abrir o Brasil como se fosse uma colônia chinesa”, declarou o senador ao jornal britânico.
Brasil como Solução para os EUA
Flávio defendeu que o Brasil pode ser a “solução” para que Washington reduza sua dependência da China em terras-raras e minerais críticos — tema central da disputa geopolítica entre as duas superpotências.
O senador também apresentou sua candidatura como a de um governo “mais jovem, moderno e com mais energia”, contrastando com Lula, cujas ideias, segundo ele, “estão ultrapassadas”.
Perfil Moderado, Propostas Sólidas
O Financial Times descreveu Flávio como um candidato competitivo e “menos agressivo” que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar do tom mais moderado, o senador mantém posições firmes:
- Redução da maioridade penal para 14 anos em crimes como homicídio e estupro
- Aproximação estratégica com o governo Donald Trump
- Abertura do Brasil para investimentos americanos em minerais estratégicos
- Rompimento com a política de subserviência à China
Contexto Internacional
A entrevista ao Financial Times ocorre em momento de alta tensão geopolítica, com Trump pressionando o Irã e redefinindo alianças globais. A declaração de Flávio no CPAC (Conservative Political Action Conference) sobre o Brasil como parceiro estratégico dos EUA ganhou nova dimensão com a publicação britânica.
O senador é hoje visto como o candidato mais viável da direita para 2026, empatando tecnicamente com Lula nas pesquisas mais recentes.
Fontes
Gazeta do Povo | Financial Times