🚨 PF SUSPEITA QUE PROVAS SUMIRAM NO CASO MASTER: Vazamento de Operações Pode Ter Destruído Evidências Cruciais
A Polícia Federal (PF) levanta uma suspeita gravíssima no âmbito do caso Master: o vazamento de informações sobre operações policiais pode ter sido usado deliberadamente para destruir ou ocultar provas que seriam fundamentais para a investigação. A revelação foi feita pela Gazeta do Povo neste sábado (4) e aumenta a dimensão do escândalo que já derrubou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O Que a PF Suspeita
Segundo apuração da Gazeta do Povo, investigadores da PF acreditam que o vazamento prévio de informações sobre diligências planejadas teria permitido que envolvidos no esquema tivessem tempo para eliminar documentos, mover recursos ou destruir registros antes das buscas. A suspeita representa um novo e grave desdobramento para uma investigação que já se tornou um dos maiores escândalos financeiros dos últimos anos no Brasil.
Caso Master: O Que Já Se Sabe
- Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, está preso há mais de um mês e firmou acordo com a PF e a PGR para colaborar com as investigações
- Documentos confirmaram que o ministro Alexandre de Moraes viajou no jatinho de empresa ligada a Vorcaro antes de reunião — gerando crise no STF
- O ministro Nunes Marques e sua esposa também viajaram a Maceió em aeronave de empresa vinculada ao ex-banqueiro
- A jornalista Mariana Braga localizou Marta Graeff, ligada ao esquema, em Miami — levantando suspeitas sobre o destino dos recursos
- O Banco BRB (banco público do DF) entrou na disputa judicial pedindo ressarcimento dos prejuízos causados por Vorcaro
Vazamento como Arma
A hipótese investigada pela PF é de que o vazamento das operações não foi acidental. Investigadores consideram que alguém com acesso privilegiado às informações pode ter avisado os alvos com antecedência suficiente para que evidências fossem apagadas. Esse tipo de obstrução à Justiça constitui crime autônomo e pode resultar em novas prisões e indiciamentos.
Impacto Político
O caso Master já colocou o Supremo Tribunal Federal em situação delicada, com dois de seus ministros associados a viagens em aeronaves de empresa do investigado. A revelação de que provas podem ter sumido adiciona uma camada ainda mais grave ao escândalo e pressiona as autoridades por respostas rápidas — especialmente a menos de seis meses das eleições de 2026.
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, CNN Brasil