MILEI MOSTRA O CAMINHO: Argentina Corta Deficit, Derruba Inflacao e Cresce 10% — O Que o Brasil Se Recusa a Aprender
Enquanto o governo Lula aprofunda o deficit publico e imprime recordes de gastos, a Argentina de Javier Milei consolida um dos ajustes fiscais mais rapidos e bem-sucedidos da historia economica recente. Com crescimento projetado entre 7% e 10% para 2026, inflacao em queda consistente e superavit primario restaurado, o pais vizinho da uma licao que Brasilia teima em ignorar.
Os numeros que o PT nao quer que o trabalhador veja
Em menos de dois anos, o governo libertario argentino eliminou o deficit fiscal herdado — algo que analistas consideravam impossivel sem colapso social. A inflacao, que chegou a mais de 200% ao ano no auge da crise, recuou de forma acelerada. O credito voltou a fluir para empreendedores, a producao retomou folego e o desemprego estrutural comecou a ceder. Os ganhos nao foram uniformes — as camadas mais vulneraveis sentiram o impacto do choque inicial — mas a trajetoria e inegavelmente positiva.
O que o Brasil poderia fazer diferente
A diferenca fundamental e de postura: Milei cortou gastos reais do Estado, eliminou ministerios, acabou com subsidios e colocou o empreendedor no centro da politica economica. No Brasil, Haddad segue na direcao oposta — criando despesas, inventando tributos e chamando de responsabilidade fiscal o que e, na pratica, aumento da carga sobre o trabalhador. O modelo argentino prova que a liberdade economica nao e teoria: e resultado concreto, medido em inflacao menor e crescimento real. O cidadao brasileiro merece esse debate honesto.