💰 TRUMP PROPÕE US$ 1,5 TRILHÃO EM DEFESA: Maior Orçamento Militar da História Americana — Cortes em Saúde e Educação para Bancar a Guerra
Em meio à guerra no Irã e após o dia mais tenso do conflito — com dois caças americanos abatidos —, o governo Trump apresentou nesta sexta-feira (3) uma proposta orçamentária histórica: US$ 1,5 trilhão em gastos militares para o próximo ano fiscal, representando um aumento de 40% em relação ao orçamento atual.
O Maior Gasto Militar da História Moderna dos EUA
A proposta, enviada ao Congresso norte-americano, estabelece o maior valor já solicitado por qualquer governo americano na história moderna. Para efeito de comparação, os Estados Unidos já eram, antes dessa proposta, o país que mais gastava com defesa no mundo — mais do que os nove países seguintes somados.
O contexto é claro: horas antes do anúncio, o Irã abateu dois aviões militares americanos pela primeira vez desde o início da Operação Epic Fury, há cerca de 35 dias.
- Um F-15E Strike Eagle foi derrubado no sudoeste do Irã — dois pilotos ejetaram; um foi resgatado, o outro segue desaparecido
- Um A-10 Warthog caiu no Golfo Pérsico, próximo ao Estreito de Ormuz — piloto resgatado com segurança
- Dois helicópteros Black Hawk foram atingidos durante a operação de resgate, mas conseguiram sair do espaço aéreo iraniano
Quem Paga a Conta?
Para bancar o aumento bilionário, a Casa Branca propõe cortes expressivos em áreas não militares:
- Educação pública
- Proteção ambiental
- Pesquisas de cura de doenças
A proposta agora vai para aprovação do Congresso, que tem maioria governista — o que aumenta as chances de aprovação.
Contradição Perigosa
O anúncio ocorre dois dias após o presidente Trump declarar em rede nacional que o Irã havia sido “dizimado militarmente” e que sua capacidade de lançar mísseis e drones estava “limitada drasticamente”. Os abates desta sexta contrariam diretamente essa narrativa.
Uma pesquisa divulgada nesta semana mostra que dois terços dos americanos são contra a guerra. Com soldados abatidos e bilhões em jogo, a pressão interna sobre Trump deve aumentar.
Fontes: G1/Jornal Nacional, Gazeta do Povo, CNN Brasil