🚨 BREAKING — Irã Ataca Tel Aviv com Mísseis de Longo Alcance; Estação Ferroviária é Atingida
O Irã voltou a bombardear Israel nesta sexta-feira (3), lançando mísseis de longo alcance contra Tel Aviv e Eilat, no sul do país — e desta vez uma estação ferroviária de Tel Aviv sofreu danos diretos. O ataque ocorre em plena troca de ameaças com Donald Trump, que havia advertido que os EUA destruiriam pontes e usinas elétricas iranianas.
O que aconteceu
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou o lançamento dos mísseis. O Exército israelense não especificou todos os locais atingidos, mas a rádio militar israelense confirmou que uma estação ferroviária em Tel Aviv sofreu danos. Mísseis também foram disparados contra Eilat, cidade portuária estratégica no sul de Israel.
Contexto: guerra sem trégua
O conflito completou 34 dias nesta sexta-feira. A guerra teve início em 28 de fevereiro com bombardeios coordenados de EUA e Israel contra o Irã, que mataram o líder supremo iraniano Ali Khamenei. Desde então, o Irã trava uma guerra de retaliação em múltiplas frentes:
- Mísseis contra Israel (Tel Aviv, Eilat, Cisjordânia)
- Ataques a bases americanas na Arábia Saudita
- Bloqueio efetivo do Estreito de Ormuz ao tráfego de petróleo
- Mobilização do Hezbollah no Líbano
Trump ameaça infraestrutura civil
Pouco antes do novo ataque iraniano, Trump publicou no Truth Social: “As pontes serão as próximas, e depois as usinas elétricas!”. Na quinta-feira (2), bombardeios americanos e israelenses destruíram uma ponte em construção próxima a Teerã.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, rebateu: “Atacar infraestruturas civis, incluindo pontes ainda não concluídas, não levará os iranianos à rendição”.
No Líbano
O Hezbollah, aliado do Irã, voltou a lançar projéteis em direção ao sul de Israel durante a noite de quinta para sexta. O Exército israelense anunciou ter atingido mais de 3.500 alvos no Líbano desde o início do conflito.
Impacto global
A guerra já provocou uma disparada de quase 40% no preço do petróleo e de cerca de 50% nos fertilizantes, com reflexos diretos na inflação de alimentos em todo o mundo. No Brasil, o querosene de aviação (QAV) subiu 55%, e as companhias aéreas já projetam alta de até 20% nas passagens aéreas.
Fontes: Jovem Pan, G1/AFP, CNN Brasil, Agência Brasil