🤡 CENTRÃO ENTERRA CPMI DO INSS: Bancada Governista Rejeita Relatório Que Indiciava 216 e Pedia Prisão de Lulinho — Escândalo de R$ 6 Bi Fica Impune
A base governista no Congresso Nacional enterrou nesta quinta-feira (2) o relatório final da CPMI do INSS, que propunha o indiciamento de 216 pessoas e pedia a prisão de Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinho, filho do presidente Lula. O centrão rejeitou o documento, garantindo que o maior escândalo de desvio de dinheiro de aposentados da história do Brasil siga sem punição concreta.
O esquema investigado pela CPMI desviou estimados R$ 6 bilhões dos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS por meio de associações e sindicatos ligados ao governo petista. As vítimas são os cidadãos mais vulneráveis: trabalhadores que contribuíram a vida toda para a Previdência e viram seus contracheques esvaziados por descontos não autorizados. Com a rejeição do relatório, os investigados seguem livres — e os aposentados lesados seguem sem ressarcimento.
A manobra do centrão revela o funcionamento real do “presidencialismo de coalizão” que Lula tanto defende: o governo reparte cargos e verbas em troca de blindagem política. Qualquer investigação que chegue perto de filhos, ministros ou aliados do Planalto encontra pela frente uma bancada disciplinada a engavetar relatórios, arquivar CPIs e votar pela impunidade.
Oposição reage
Deputados da oposição, entre eles membros da bancada do PL, protestaram contra a decisão e prometem levar o caso adiante por outros meios — seja por ação no Ministério Público, seja por novas investigações no Congresso. Nikolas Ferreira, presidente da Câmara, ainda não se pronunciou especificamente sobre a derrota na comissão, mas já havia sinalizado que a oposição não aceitaria o encerramento das apurações. O escândalo do INSS não acabou — mas o centrão fez o que sabe de melhor: comprou tempo para os culpados.