🚨 GOVERNISTAS USAM CPMI DO INSS PARA ATACAR BOLSONARO: Relatório Paralelo Pede Indiciamento de Jair e Flávio por “Chefia” do Esquema
Após a derrota da oposição na madrugada desta sexta para sábado, quando a base governista rejeitou o relatório final da CPMI do INSS por 19 votos a 12, os aliados do governo Lula apresentaram um relatório alternativo com pedido de indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O Que Diz o Relatório Governista
O documento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), acusa Bolsonaro de ter sido o “chefe do esquema” de descontos indevidos que drenou R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. Os crimes imputados são:
- Furto qualificado praticado contra idoso
- Organização criminosa
- Improbidade administrativa
O senador Flávio Bolsonaro aparece em duas listas: como alvo de indiciamento e como alvo de aprofundamento de investigação.
Pimenta Liga Caso INSS ao Banco Master e a Tarcísio
O deputado governista afirmou que parte do dinheiro desviado das cobranças nos benefícios “foi parar nas campanhas” do ex-ministro Onyx Lorenzoni, do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas e do próprio Bolsonaro, por meio de depósitos de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Flávio Contra-Ataca
Em nota, Flávio Bolsonaro chamou o relatório governista de “tentativa desesperada de desviar a atenção e proteger Lula e o seu filho, o Lulinho”.
“Os dois têm responsabilidade direta no caso das aposentadorias roubadas. Não à toa, Lula tirou o filho do País às pressas e tentou encerrar as investigações da CPMI. Se existe uma organização criminosa nesse caso, o capo está sentado na principal cadeira do Palácio do Planalto”, disse Flávio, que é pré-candidato à Presidência da República.
O Relatório Paralelo Não Foi Votado
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), sinalizou que o relatório alternativo da base não seria analisado. Com o encerramento da comissão, toda documentação foi enviada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para continuidade das investigações.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo