🚨 NIKOLAS DETONA LEI DA MISOGINIA: ‘Instrumento Subjetivo para Silenciar — Não Protege Mulher Nenhuma’
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) foi ao ataque nesta semana após o Senado Federal aprovar o Projeto de Lei nº 896/2023, que inclui a misoginia no rol de crimes previstos na Lei do Racismo (Lei 7.716/1989). Para o parlamentar, que lidera as pesquisas de popularidade entre os brasileiros, a lei não protege nenhuma mulher de verdade — pelo contrário, é uma ferramenta ideológica para amordaçar quem discorda da esquerda.
“Essa lei que foi aprovada no Senado nunca tratou de agressão, de homicídio contra mulheres. Até mesmo porque todos esses casos já têm punição. Na prática, o que eles estão querendo com essa criminalização da misoginia não é uma ação concreta contra, por exemplo, estupradores, criminosos, homens que batem em mulher. É um instrumento de lei extremamente subjetivo para poder silenciar as outras pessoas, inclusive mulheres”, disparou Nikolas em vídeo publicado nas redes sociais.
O deputado foi ainda mais longe ao questionar se chamar mulheres de “pessoas que gestam” — linguagem adotada pela própria esquerda — também seria considerado misoginia pela nova legislação. A ironia cirúrgica expôs a contradição do projeto: enquanto a esquerda inventa termos que desumanizam a mulher, criminaliza quem ouse criticar sua agenda. O texto segue agora para análise da Câmara dos Deputados, onde Nikolas vai liderar a resistência.
Petistas já pedem cabeça de investigador da CPMI do INSS
Não à toa, as mesmas forças que empurraram a lei da misoginia também correm para derrubar o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS. O PT protocolou pedido formal de afastamento de Viana, alegando “quebra de imparcialidade” — justamente quando a comissão investiga as ligações entre o celular de Vorcaro e um número funcional do STF. Coincidências assim não existem na política.