🔥 GILMAR AMEAÇA CPMI E PAGA CARO: Parlamentares Apresentam Queixa-Crime ao STF por Calúnia — ‘Acusou sem Provas’
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes virou réu em potencial após parlamentares apresentarem queixa-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta sexta-feira (27). A acusação é grave: calúnia e difamação contra membros da CPMI do INSS. O ministro atirou para todos os lados durante o julgamento que enterrou a comissão — e agora pode ter que responder judicialmente por isso.
O que Gilmar Disse
Durante a sessão plenária do STF que votou contra a prorrogação da CPMI do INSS, Gilmar Mendes chamou as quebras de sigilo realizadas pela comissão de ‘abomináveis’ e feitas com ‘falta de escrúpulo’. Ele também atacou o que chamou de ‘histeria’ dos parlamentares investigadores e citou Santo Agostinho para dar um verniz intelectual ao que era, na prática, um ataque ao trabalho de fiscalização do Congresso. O ministro focou especialmente no episódio do vazamento de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, atribuindo responsabilidade à própria CPMI.
A Resposta do Congresso
Deputados federais e senadores não ficaram calados. O pedido encaminhado à PGR aponta que Gilmar imputou crimes a um grupo identificável de agentes públicos — os membros da CPMI — sem individualizar condutas nem apresentar provas. Segundo a notícia-crime, o ministro agiu de forma genérica, o que configura calúnia. Os parlamentares pediram a abertura de procedimento investigatório, a requisição dos registros da sessão plenária e as medidas legais cabíveis. O deputado Sóstenes Cavalcante já havia anunciado que apresentaria queixa-crime separada contra Gilmar, reforçando o cerco ao ministro.
STF Contra a Fiscalização
O episódio escancarou o que críticos do STF afirmam há anos: a corte usa seu poder para blindar aliados do governo e enfraquecer instrumentos de controle do Executivo. A CPMI do INSS encerrou seus trabalhos com 228 indiciados, incluindo Lulinho, Vorcaro e o ex-ministro Carlos Lupi — mas o STF fez de tudo para limitar o alcance da comissão. Agora, ao tentar atacar quem investigou, Gilmar Mendes pode ter cometido o erro de abrir flanco jurídico contra si mesmo. O trabalhador brasileiro que paga impostos e vê sua previdência saqueada merece saber quem protege os ladrões.