MILEI BATE LULA: Argentina Cresce 1,9% em Janeiro e Derruba Inflação de 290% — Enquanto Petistas Comemoram Desemprego em Alta
A Argentina de Javier Milei continua provando que cortes de gastos e liberdade econômica funcionam. A atividade econômica do país cresceu 1,9% em janeiro de 2026, segundo dados divulgados nesta semana, consolidando a recuperação iniciada após a herança catastrófica do peronismo — que deixou o país com inflação de quase 290% ao ano.
O Modelo que Funciona
Desde que assumiu o poder em dezembro de 2023, Milei implementou um choque liberal: cortes drásticos nos gastos públicos, redução do Estado, estímulo às exportações e fim de subsídios que sangravam os cofres públicos. O resultado foi a queda da inflação para um dígito mensal — algo impensável no governo anterior. O peso argentino se estabilizou e o país voltou a atrair investimentos.
Enquanto isso, o Brasil de Lula caminha na direção oposta: desemprego subindo para 5,8% em fevereiro, 6,2 milhões de trabalhadores sem renda, gastos públicos fora de controle e novo imposto sobre petróleo sendo criado para pagar subsídio do diesel. O contraste é didático: de um lado, um presidente que encolhe o Estado e libera o trabalhador; do outro, um governo que cobra mais impostos e entrega menos resultado.
Denúncias de Corrupção e Aprovação em Queda
O mês de março trouxe turbulências para Milei: denúncias de corrupção associadas ao escândalo da memecoin $LIBRA provocaram queda de quase 5 pontos percentuais na aprovação popular, segundo pesquisas recentes. O presidente argentino, porém, mantém base sólida entre os cidadãos que viram seus salários se recuperar após anos de confisco inflacionário. O próprio Milei comemorou recentemente a aprovação do orçamento para 2026, chamando-o de “feito histórico” — o primeiro orçamento equilibrado da Argentina em décadas.
Lição para o Brasil
A trajetória argentina — com todos os seus percalços — mostra que é possível corrigir décadas de mau governo em tempo relativamente curto, desde que haja coragem política para fazer o que precisa ser feito. O Brasil tem eleições em outubro. A escolha está na mão do trabalhador brasileiro.