🚨 GUERRA ESCALA: Irã Ataca Porto de Fujairah e Três Bases Americanas — Operações de Petróleo Paralisadas nos Emirados
Sábado, 14 de março de 2026 — O conflito entre EUA e Irã deu um salto perigoso neste sábado. Após o bombardeio americano à Ilha de Kharg na sexta-feira (13), a Guarda Revolucionária Iraniana desencadeou uma série de ataques de retaliação contra instalações estratégicas no Golfo Pérsico, atingindo o segundo maior centro de abastecimento de combustíveis do mundo e três bases militares americanas na região.
Porto de Fujairah em chamas
Drones iranianos atacaram o porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, causando um incêndio após destroços serem abatidos durante a interceptação. Segundo a agência Reuters, operações de carregamento de petróleo precisaram ser paralisadas no porto — um dos maiores centros de bunker e abastecimento de navios do mundo, responsável por abastecer embarcações que transitam pelo Estreito de Ormuz.
Três bases americanas atacadas
O General Alireza Tangsiri, comandante da Força Naval da Guarda Revolucionária, afirmou que suas forças atacaram “alvos-chave” em múltiplas ondas consecutivas contra três bases aéreas americanas:
- Base Aérea de Al Zafra — Emirados Árabes Unidos
- Base Aérea de Sheikh Isa — Bahrein
- Base Aérea de Al Udeid — Catar
Segundo Tangsiri, radares Patriot, torres de controle, hangares e depósitos de combustível foram atingidos. O regime iraniano declarou que as instalações dos EUA nos Emirados Árabes Unidos — incluindo portos, docas e bases militares — passaram a ser “alvos legítimos” a partir de agora.
O que provocou a escalada
Na noite de sexta-feira (13), o presidente Donald Trump anunciou que ordenou o bombardeio da Ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do Irã, responsável por 90% das exportações de petróleo iraniano. Trump classificou o ataque como um dos mais poderosos já realizados no Oriente Médio e chamou a ilha de “joia da coroa” do regime iraniano.
O republicano afirmou ter optado por não destruir a infraestrutura petrolífera, mas advertiu: “Se o Irã fizer algo para interferir na passagem livre pelo Estreito de Ormuz, reconsiderarei imediatamente essa decisão”.
Impacto global
A escalada já provoca efeitos econômicos concretos: o preço do petróleo disparou nos mercados internacionais, e analistas alertam para o risco de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo. O Brasil, grande importador de diesel e ureia, pode sentir os reflexos diretamente no agronegócio e nos postos de combustível.
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Reuters, CNN Brasil