MPF PROCESSA RATINHO POR DEFENDER MULHERES: R$ 10 MILHÕES POR QUESTIONAR ERIKA HILTON NA COMISSÃO
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação pedindo R$ 10 milhões em indenização por danos morais coletivos contra o apresentador Ratinho, do SBT, depois que ele questionou a escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara. O crime? Defender o óbvio.
Durante seu programa na última quarta-feira, Ratinho fez uma pergunta simples: “Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?” O apresentador defendeu que uma comissão criada para defender os direitos das mulheres fosse presidida por uma mulher de nascimento. Pela lógica mais básica, seria razoável. Para o MPF, é crime passível de multa milionária e retirada do programa do ar.
O órgão ainda recomendou “a retirada imediata do programa do ar” — censura pura e simples sob verniz jurídico. Erika Hilton comemorou a denúncia como “vitória das mulheres”, enquanto Ratinho se manteve firme: “Crítica política não é preconceito, é jornalismo. E não vou me calar.” O episódio expõe com clareza o uso do aparato estatal para silenciar quem discorda da agenda progressista — qualquer questionamento vira “transfobia”, e a resposta é o peso da lei sobre o cidadão que ousa pensar diferente.
Nikolas também na mira
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) aderiu à campanha “Ele Não” contra a indicação de Erika Hilton para a presidência da Comissão das Mulheres, defendendo que o colegiado deveria ser liderado por uma mulher. A reação da esquerda foi imediata: acusações e pressão política. O padrão é sempre o mesmo — quem discorda da narrativa progressista, responde na Justiça ou é cancelado nas redes.