🚫 TEREZA CRISTINA RECUSA VICE DE FLÁVIO: Senadora Prefere Reeleição ao Senado — PL Busca Alternativas para Chapa 2026
A composição da chapa presidencial do campo bolsonarista para 2026 enfrenta um revés importante: a senadora Tereza Cristina (PP-MS), cotada como vice de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), deixou claro que não quer integrar a disputa pelo Executivo federal.
Valdemar confirma: “O projeto dela é o Senado”
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou à Jovem Pan nesta quinta-feira (19) que a senadora declinou do convite. “É muito bem-vinda, mas o projeto dela é o Senado”, afirmou o líder do partido.
Apesar do reconhecimento de que Tereza Cristina reúne qualidades políticas e eleitorais valiosas — especialmente sua forte ligação com o agronegócio e boa interlocução no Congresso — a senadora sinalizou que prefere disputar a reeleição ao Senado pelo Mato Grosso do Sul.
Chapa ainda indefinida
A eventual candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência ainda não foi oficializada. Nos bastidores, o PL trabalha para montar uma chapa com apelo eleitoral e capacidade de ampliar alianças, mas os nomes seguem em aberto e dependentes de acordos políticos.
Segundo pesquisa da Quaest divulgada pela Gazeta do Povo, o cenário está embolado: 43% dos eleitores temem a continuidade de Lula, enquanto 42% temem o retorno da família Bolsonaro. O descompasso entre indicadores econômicos positivos e a percepção negativa da população abre espaço para nomes alternativos.
Contexto: a busca pelo vice ideal
- Tereza Cristina é ex-ministra da Agricultura de Bolsonaro e símbolo do agronegócio
- Sua presença na chapa seria estratégica para atrair o centro e o interior do Brasil
- Sem ela, o PL precisa buscar outro perfil que complemente Flávio Bolsonaro
- Flávio lidera entre eleitores independentes, segundo dados Quaest de março
A definição da vice é considerada crucial para a viabilidade eleitoral da candidatura bolsonarista. Com a recusa de Tereza Cristina, o PL terá que buscar um nome alternativo com apelo eleitoral semelhante.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo