🚫 ERIKA HILTON CORTA MICROFONE: Deputada Presidiu Comissão da Mulher, Não Aprovou Nada e Silenciou Voz Divergente
A estreia de Erika Hilton (PSOL-SP) como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados terminou em polêmica. Nesta semana, a deputada presidiu sessão em que cortou o microfone de uma parlamentar que tentava se manifestar, além de não ter aprovado nenhum item da pauta. O episódio gerou reação imediata da oposição, que exige sua saída da função.
Aliados conservadores denunciaram que Hilton transformou uma comissão voltada para proteger mulheres em palanque ideológico. A recusa em dar a palavra a uma deputada divergente é vista como símbolo do que muitos chamam de «autoritarismo seletivo»: o mesmo grupo que grita «censura» quando é questionado age com punho de ferro quando está no comando.
A oposição protocolou pedido formal pela troca da presidência da comissão. Nikolas Heinze (PL-MG) e outros líderes parlamentares cobram que o tema seja levado ao plenário da Câmara. Para famílias brasileiras que esperavam da comissão um espaço sério de debate sobre segurança, saúde e direitos das mulheres, a sessão inaugural foi uma grande decepção — e mostrou que, para a esquerda, representar é menos importante do que dominar.