🚨 VORCARO NEGOCIA DELAÇÃO PREMIADA COM A PF: Banqueiro Preso em Brasília Quer Fechar Acordo — Namorada Quebra Silêncio
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília e já iniciou negociações para uma delação premiada, segundo informações do Blog da Andréia Sadi no G1 e confirmadas pela Gazeta do Povo nesta sexta-feira (27).
Vorcaro Preso e Negociando com a PF
O banqueiro, indiciado pela CPMI do INSS junto com mais de 218 pessoas no relatório final apresentado hoje, encontra-se detido nas dependências da PF e, de acordo com fontes ouvidas pela imprensa, já teria manifestado interesse em cooperar com as investigações em troca de benefícios penais.
A eventual delação de Vorcaro seria explosiva para o cenário político: ele é investigado por conexões com o ministro Dias Toffoli (STF) — que chegou a relatar o caso Master antes de se declarar impedido — e o escritório da família do ministro Alexandre de Moraes firmou contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master para representação jurídica por três anos.
Namorada Quebra Silêncio
Em sua primeira manifestação pública sobre o caso, a namorada de Vorcaro — modelo e influenciadora — negou qualquer envolvimento nos negócios do banqueiro. Segundo ela, nunca participou das operações financeiras do Master nem tinha conhecimento das irregularidades investigadas.
CPMI Encerra com 218 Indiciados
O relatório final da CPMI do INSS, lido pelo relator Alfredo Gaspar (União-AL), pede o indiciamento de 218 pessoas, incluindo Vorcaro, Lulinho (filho do presidente Lula), o senador Weverton Rocha e ex-ministros. A sessão de votação do relatório segue pela madrugada, com prazo final até sábado (28) após o STF barrar a prorrogação por 8 votos a 2.
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O Que Vem a Seguir
Se aprovada, a delação de Vorcaro será enviada ao Ministério Público Federal e à PGR. As negociações ainda estão em fase inicial, e a efetividade do acordo depende de homologação judicial. Especialistas apontam que as revelações do banqueiro poderiam atingir figuras de alto escalão do STF e do Executivo.
Fontes: G1/Blog da Andréia Sadi, Gazeta do Povo, CNN Brasil