🚨 TRUMP FALA SOBRE O IRÃ: “TERMOS NÃO SÃO BONS” — ISRAEL LANÇA NOVA ONDA DE ATAQUES NO 16º DIA DE GUERRA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (15) que o Irã está buscando negociar o fim do conflito, mas que seu governo ainda não encontrou condições satisfatórias para um acordo. “Os termos ainda não são bons o suficiente”, declarou Trump em entrevista à emissora NBC, divulgada na noite de sábado (14).
Segundo o presidente americano, Washington avalia a situação com cuidado e exige que qualquer acordo inclua o abandono das ambições nucleares iranianas. Trump também disse estar trabalhando com aliados para garantir a segurança da navegação pelo Estreito de Ormuz, em meio à alta global dos preços do petróleo.
Israel lança nova onda de ataques
No mesmo domingo, Israel anunciou o início de uma nova onda de ataques aéreos contra o Irã, desta vez visando alvos no oeste do país. Desde o início da operação militar conjunta com os EUA em 28 de fevereiro, Israel já realizou mais de 400 ondas de ataques aéreos em território iraniano.
Países do Golfo — Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita — relataram ter interceptado novos projéteis lançados do Irã durante a madrugada de sábado para domingo, marcando o 16º dia consecutivo de conflito no Oriente Médio.
Trump sobre a Ilha de Kharg
O presidente americano comentou ainda os recentes ataques à Ilha de Kharg, principal terminal petrolífero do Irã. Segundo Trump, a operação “destruiu a maior parte da ilha”, mas há pontos que ainda não foram atacados e que “podem se tornar alvos legítimos”.
Trump disse estar “surpreso” com a decisão iraniana de atacar países vizinhos em resposta à operação EUA-Israel, sinalizando que o regime de Teerã está agindo de forma imprevista mesmo em meio a negociações nos bastidores.
O que está em jogo
- O Irã mantém ataques contra países vizinhos e Israel, mesmo buscando canal de negociação
- Trump sinaliza abertura a acordo, mas exige abandono do programa nuclear
- Preços do petróleo seguem em alta com Estreito de Ormuz ameaçado
- Número de mortos no conflito já supera 2.000
Fontes: Gazeta do Povo, G1, CNN Brasil