🚨 STF AVALIA DOMICILIAR PARA BOLSONARO: Ministros nos Bastidores Temem Piora e Impacto Político — Flávio se Reúne com Moraes
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam, nos bastidores, conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, internado em UTI com broncopneumonia bacteriana bilateral desde a última sexta-feira (13). A informação foi revelada pela Gazeta do Povo nesta quarta-feira (18).
O que está acontecendo no STF
Segundo apuração, parte da Corte está preocupada com dois fatores: o risco real de piora no quadro clínico de Bolsonaro e o impacto político que um eventual agravamento geraria em um cenário de alta polarização. Isso tem levado a discussões internas sobre alternativas que conciliem aspectos jurídicos e humanitários.
Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes havia negado o domiciliar com base em laudo da Polícia Federal que atestava que Bolsonaro estava apto a permanecer preso na Papudinha. Mas o cenário mudou com a hospitalização em UTI.
Flávio se reúne com Moraes
O senador Flávio Bolsonaro (PL) confirmou ter se reunido com Moraes para tratar da questão. Segundo ele, a conversa foi tranquila e o ministro ficou de avaliar o pedido sem prazo definido.
O principal argumento apresentado foi o risco à saúde: a falta de acompanhamento médico contínuo no ambiente prisional poderia agravar o quadro e levar a consequências irreversíveis.
“Do ponto de vista médico e técnico, um ambiente acolhedor com mais recursos, familiar, residencial, é bem melhor e serve para qualquer paciente” — Dr. Brasil Caiado, médico de Bolsonaro
Estado de saúde atual
O boletim médico desta quarta confirma boa evolução clínica com melhora parcial dos aspectos tomográficos e dos marcadores inflamatórios. O médico Brasil Caiado estima que Bolsonaro pode deixar a UTI até o final de semana, mas sem previsão de alta hospitalar.
- Tratamento: antibioticoterapia, fisioterapia respiratória e motora
- Sintomas remanescentes: tosse seca e sensação de cansaço
- Internado no Hospital DF Star, em Brasília
- Terceira pneumonia — considerada a mais grave
Contexto político
A oposição trabalha em três frentes simultâneas para viabilizar o domiciliar: médica, jurídica e política. O caso ganhou ainda mais urgência após os médicos admitirem que Bolsonaro correu sério risco de morte e que uma demora maior no atendimento poderia ter sido fatal.
Fontes: Gazeta do Povo, CNN Brasil, G1