🚨 NOVO AIATOLÁ ORDENA: Mojtaba Khamenei exige bloqueio DEFINITIVO do Estreito de Ormuz — maior crise energética da história
Num primeiro pronunciamento formal desde que assumiu o comando do Irã, o novo líder supremo Mojtaba Khamenei declarou nesta quinta-feira (12) que o bloqueio do Estreito de Ormuz deve ser “definitivamente utilizado” como arma de guerra contra os Estados Unidos e Israel.
A ordem que paralisa o mundo
“A opção de bloquear o Estreito de Ormuz deve ser definitivamente utilizada”, afirmou Khamenei em comunicado transmitido pela televisão estatal iraniana. A declaração é o mais duro posicionamento já feito pelo novo líder desde que substituiu seu pai, Ali Khamenei, morto nos ataques americanos e israelenses em 28 de fevereiro.
Khamenei também ordenou que os países do Golfo Pérsico fechem as bases militares americanas na região. “Recomendo que fechem essas bases o mais rápido possível. Já devem ter percebido que a alegação de que os Estados Unidos garantem segurança e paz não passa de uma mentira”, declarou.
O impacto já é devastador
- O Estreito de Ormuz está efetivamente bloqueado desde o início do conflito
- Os países do Golfo reduziram a produção em pelo menos 10 milhões de barris por dia
- O petróleo atingiu US$ 101 o barril — maior nível desde 2022
- A Agência Internacional de Energia (AIE) classificou como “a maior interrupção no fornecimento de petróleo da história”
- Mais de 3,2 milhões de iranianos foram deslocados internamente desde o início do conflito
Resposta de Trump
Mesmo diante do caos energético, o presidente Donald Trump reafirmou que impedir o Irã de obter armas nucleares é mais importante que controlar os preços do petróleo. “Para mim, como presidente, é de muito maior interesse impedir que um império do mal, o Irã, adquira armas nucleares e destrua o Oriente Médio e até mesmo o mundo”, escreveu no Truth Social.
Impacto no Brasil
A crise já chegou ao brasileiro na bomba: o diesel disparou, Petrobras anunciou corte de até 30% no fornecimento para distribuidoras, e o governo foi obrigado a zerar PIS/Cofins e subsidiar R$ 0,64 por litro para conter a crise. Caminhoneiros avaliam paralisação nacional.
Fontes: Jovem Pan, CNN Brasil, Gazeta do Povo