🚨 IRÃ FECHA ORMUZ PARA SEMPRE: “Não Será Reaberto aos Inimigos” — Militares Rejeitam Toda Negociação com EUA e Israel
Teerã, 2 de abril de 2026 — As forças militares do Irã anunciaram nesta quinta-feira que o Estreito de Ormuz ficará fechado no longo prazo para os Estados Unidos e Israel. A declaração foi feita horas depois de uma cúpula com 40 países que discutiram ações conjuntas para reabrir a hidrovia estratégica.
“Não Será Reaberto aos Inimigos”
Em comunicado oficial, o Exército iraniano afirmou que a passagem estratégica “não será reaberta aos inimigos desta nação por meio das encenações ridículas do presidente” Donald Trump. A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) reiterou que o Estreito permanece sob “pleno controle” de sua Marinha.
O Estreito de Ormuz está fechado há mais de um mês, desde o início da guerra em 28 de fevereiro. Pelo corredor passam 20 milhões de barris de petróleo por dia — cerca de 20% do consumo global.
40 Países se Reúnem, Mas Sem Acordo
Na mesma quinta-feira, cerca de 40 países participaram de uma reunião virtual convocada pelo Reino Unido para discutir a reabertura do Estreito. A ministra das Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, presidiu o encontro que incluiu França, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos e Índia.
Apesar do consenso de que o Irã não deveria cobrar taxas de trânsito e que a hidrovia deveria ser livre para todas as nações, a reunião terminou sem nenhum acordo específico sobre como forçar a reabertura.
Trump Recua, Irã Avança
O presidente americano Donald Trump, que havia cobrado dos aliados que “desbloqueassem a região sozinhos” caso quisessem petróleo, recuou parcialmente ao afirmar que o Estreito vai se abrir “naturalmente”. O Irã respondeu com a declaração de fechamento permanente.
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Crise Geopolítica Sem Saída à Vista
Com o Irã recusando qualquer negociação e os aliados ocidentais sem um plano de ação concreto, a crise no Estreito de Ormuz entra em uma nova fase de impasse. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo está “à beira de uma guerra mais ampla”.
Fontes: Jovem Pan, G1/Globo, Gazeta do Povo, Reuters