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MUNDO

🚨 GUERRA SE ESPALHA: Embaixada dos EUA em Bagdá é atacada com drones — escola com 150 crianças mortas pressiona Trump a encerrar conflito

🚨 GUERRA SE ESPALHA: Embaixada dos EUA em Bagdá é atacada com drones — escola com 150 crianças mortas pressiona Trump a encerrar conflito

A guerra iniciada em 28 de fevereiro entre EUA, Israel e Irã continua se expandindo pelo Oriente Médio. Neste sábado (14), a Embaixada americana em Bagdá, no Iraque, foi alvo de um ataque com drones. Ao mesmo tempo, novas investigações confirmam que um bombardeio dos EUA matou ao menos 150 crianças em uma escola no Irã no primeiro dia do conflito — revelação que pressiona duramente o governo Trump internamente e no plano internacional.

Embaixada dos EUA em Bagdá atacada

Na madrugada deste sábado, um jornalista da AFP presenciou fumaça escura sobre a embaixada americana na Zona Verde de Bagdá. Fontes de segurança confirmaram um ataque com drones, com projéteis caindo próximos à pista de pouso do complexo diplomático.

  • É o segundo ataque contra a missão diplomática dos EUA no Iraque desde o início da guerra
  • Horas antes, bombardeios atribuídos a EUA ou Israel atingiram sede das Brigadas do Hezbollah em Bagdá, matando três pessoas, incluindo uma “personalidade importante”
  • Grupos armados pró-Irã no Iraque intensificaram ataques de drones contra forças e instalações americanas desde 28 de fevereiro

Escola com 150 crianças mortas — EUA sob pressão

Uma das revelações mais graves da guerra veio à tona com força neste sábado: o bombardeio de 28 de fevereiro contra uma escola em Minab, no sul do Irã, matou ao menos 175 pessoas — 150 delas crianças, segundo o embaixador iraniano na ONU em Genebra.

  • Um vídeo verificado pelo New York Times aponta que a região foi atingida por um míssil Tomahawk — armamento usado exclusivamente por forças americanas
  • Uma investigação preliminar das autoridades americanas já aponta os EUA como responsáveis pelo ataque
  • Trump havia inicialmente atribuído a autoria ao Irã
  • A escola ficava ao lado de uma base da Guarda Revolucionária, mas abrigava alunos civis no momento do ataque

A revelação gerou forte reação: parlamentares democratas exigiram investigação rigorosa, e a ONU pediu apuração do episódio. Especialistas apontam que, mesmo configurado como crime de guerra, os EUA dificilmente seriam punidos — já que nem Washington nem Teerã são membros do Tribunal Penal Internacional.

Situação atual da guerra

Após duas semanas de conflito, o saldo é devastador:

  • Mais de 2.000 mortos — 1.300 no Irã, 773 no Líbano e 13 militares americanos
  • EUA bombardearam a Ilha de Kharg, principal terminal petrolífero iraniano (90% das exportações)
  • Irã contra-atacou bases americanas nos EAU, Bahrein e Catar — porto de Fujairah em chamas
  • Trump ameaçou destruir infraestrutura petrolífera persa se o bloqueio ao Estreito de Ormuz continuar
  • Explosões foram ouvidas em Doha (Catar) na manhã deste sábado

Apesar da pressão crescente, nenhuma das partes sinaliza disposição para cessar-fogo. O conflito segue perturbando o comércio mundial e elevando os preços do petróleo.

Fontes: G1/Globo, Jovem Pan, Gazeta do Povo, AFP (14/03/2026)

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