🚨 GUERRA IRÃ — Israel amplia ofensiva: mais de 200 alvos atingidos em 24h e ataques chegam à infraestrutura crítica
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram neste domingo (15) uma expansão sem precedentes de sua campanha militar contra o Irã: mais de 200 alvos foram atacados nas últimas 24 horas, e as operações agora miram diretamente a infraestrutura crítica do regime iraniano.
O que Israel está atacando
Segundo comunicado oficial das IDF divulgado no X (antigo Twitter), os ataques se concentram no oeste e centro do Irã, visando:
- Sistema de mísseis balísticos iranianos
- Sistemas de defesa aérea do regime
- Quartéis das Forças Basij e da Guarda Revolucionária (IRGC)
- Sedes de comando e controle do governo iraniano
- Infraestrutura energética e de telecomunicações em áreas adicionais
“As IDF estão atualmente ampliando o alcance de seus ataques contra a infraestrutura do regime iraniano em áreas adicionais no oeste e centro do Irã, com o objetivo de degradar de forma ampla e sistemática as capacidades de comando e controle do regime“, declararam as forças israelenses.
Ataques perto de Hamadã
A força aérea israelense realizou neste domingo bombardeios próximos a Hamadã, cidade no oeste do Irã. As IDF afirmaram que os locais atacados eram utilizados pelo governo iraniano para planejar e executar ataques contra Israel e outros países do Oriente Médio.
Estreito de Ormuz: epicentro da crise global
O conflito já impactou gravemente o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo bruto mundial. Segundo a empresa de análise Kpler, o tráfego na região caiu até 90% desde o início da guerra, em 28 de fevereiro. O Irã tem permitido seletivamente a passagem de navios de países considerados neutros.
Chanceler iraniano nega negociação com EUA
Em resposta à escalada, o chanceler iraniano Abbas Araghchi disse que o Irã não vê razão para negociar com os Estados Unidos, mas sinalizou abertura para tratar sobre o acesso ao Estreito de Ormuz com países interessados. O Pentágono estima que o conflito deve durar mais 4 a 6 semanas.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo, G1