🚨 FED CONGELA JUROS E ELEVA PREVISÃO DE INFLAÇÃO: Guerra no Irã Ameaça Economia Global — Brasil Sente o Impacto no Câmbio e na Selic
O Federal Reserve (Fed), banco central americano, manteve nesta quarta-feira (18) suas taxas de juros inalteradas pela segunda reunião consecutiva — e o motivo é a guerra no Oriente Médio. Em comunicado oficial, o Fed alertou que “as implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia americana são incertas”.
Inflação nos EUA Sobe — e o Brasil Paga a Conta
Os dirigentes do Fed elevaram a previsão de inflação americana para 2,7% ao final de 2026 — acima dos 2,4% estimados em dezembro. Com o petróleo pressionado pela guerra, os custos de energia disparam e contaminam a cadeia produtiva global.
Para o Brasil, o impacto é duplo:
- Dólar mais forte — quando o Fed hesita em cortar juros, o real se enfraquece
- Selic pressionada — mesmo com o Copom tendo cortado ontem para 14,75%, o ciclo pode ser encerrado antes do previsto
- Diesel mais caro — petróleo acima de US$ 100 o barril alimenta a crise que já ameaça paralisar os caminhoneiros brasileiros
Guerra Define o Ritmo das Economias
O conflito entre Israel e Irã — agora com mísseis iranianos atingindo o Catar e Trump ameaçando destruir o campo de gás South Pars — tornou-se o principal fator de incerteza econômica global. O Banco Central americano admite que não sabe como calibrar a política monetária enquanto o Oriente Médio queimar.
O ministro da Fazenda Fernando Haddad já viu o cenário piorar: o Copom cortou apenas 0,25 ponto percentual ontem — abaixo do esperado por parte do mercado — sinalizando que a guerra freou também as apostas de alívio monetário no Brasil.
Lula Culpa Trump
O presidente Lula atribuiu a alta do diesel no Brasil aos “tiros de Trump no Irã”, tentando desviar das críticas à política energética do seu governo. A declaração gerou reação da oposição, que lembrou que o governo controlava os preços da Petrobras e optou por desvincular o combustível das cotações internacionais — e agora não tem mais esse escudo.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo, CNN Brasil