🚨 EURODEPUTADA PRÓ-PALESTINA PRESA NA FRANÇA: Rima Hassan, do Partido de Mélenchon, é Detida por Incitar Terrorismo — Ela Participou de Flotilha com Greta Thunberg e Glorificou Ataque que Matou 26 em Israel
A eurodeputada franco-palestina Rima Hassan, integrante do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI) — a sigla do polêmico Jean-Luc Mélenchon — foi presa nesta quinta-feira (2) em Paris, acusada de incitar o terrorismo. A detenção foi conduzida pela Unidade Nacional de Combate ao Ódio na Internet (PNLH) e sacudiu o establishment político europeu.
O que Levou à Prisão
Segundo o jornal francês Le Parisien e agências internacionais, a prisão ocorreu após publicação feita por Hassan em 23 de março nas redes sociais, na qual ela exaltou um dos responsáveis pelo massacre no aeroporto de Lod (atual Ben-Gurion), em Tel Aviv, em 1972 — atentado terrorista do grupo Exército Vermelho Japonês que matou 26 pessoas e feriu dezenas. A mensagem, apagada posteriormente, dizia:
“Kōzō Okamoto: Dediquei a minha juventude à causa palestina. Enquanto houver opressão, a resistência não será apenas um direito, mas um dever.”
As autoridades francesas consideraram a postagem como apologia ao terrorismo e incitação à violência, ato punível pela legislação francesa. Além disso, o Le Parisien informou que foram encontradas drogas sintéticas na bagagem de Hassan no momento da detenção.
Mélenchon Grita “Perseguição Judicial”
O líder da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, reagiu imediatamente, classificando o episódio como uma “perseguição judicial” à deputada. A esquerda europeia aliada ao movimento pró-Palestina também se manifestou em protesto — o mesmo padrão de vitimização adotado sempre que figuras do extremismo são responsabilizadas por suas declarações públicas.
Quem é Rima Hassan — A Ativista que Andou com Greta
Rima Hassan não é uma figura qualquer no cenário esquerdista europeu. A eurodeputada ganhou visibilidade internacional por ter participado de flotilhas em direção a Gaza, incluindo uma embarcação com a ativista climática Greta Thunberg. Hassan é conhecida por:
- Defender publicamente o Hamas como “resistência legítima”
- Participar de atos de pressão contra Israel em parlamentos europeus
- Integrar o mesmo partido de Mélenchon, que já defendeu o programa nuclear iraniano e criticou as sanções à Rússia
- Ser próxima de movimentos que pedem o boicote a Israel e a deslegitimação do Estado judeu
Contexto: Israel em Guerra, Europa Dividida
O episódio ocorre em momento de extrema tensão. Israel e os Estados Unidos travam guerra aberta contra o Irã desde março, com reflexos diretos no conflito em Gaza e no Líbano. A aprovação, pela Knesset (parlamento israelense), da lei de pena de morte para terroristas — também nesta quinta — amplia o choque entre o Ocidente democrático e os movimentos que, como o de Hassan, tentam humanizar o terror.
A prisão de Rima Hassan na França representa um sinal importante: a glorificação do terrorismo não é liberdade de expressão — e mesmo parlamentos europeus começam a traçar esse limite com mais firmeza. Em um continente que ainda hesita entre a coerência democrática e o apaziguamento ideológico, o caso pode abrir precedente.
Resumo dos Fatos
- Eurodeputada Rima Hassan (LFI/França Insubmissa) presa em Paris em 2/4/2026
- Acusação: incitar o terrorismo ao glorificar responsável pelo massacre de Lod (1972, 26 mortos)
- Postagem apagada após repercussão; drogas sintéticas encontradas na bagagem
- Mélenchon classifica como “perseguição judicial”
- Hassan participou de flotilha com Greta Thunberg rumo a Gaza
- Prisão ocorre no mesmo dia em que Israel aprova pena de morte para terroristas
Fontes: Gazeta do Povo, Le Parisien, EFE (02/04/2026)