🚨 EUA USAM BOMBA ANTIBUNKER CONTRA IRÃ: Ataque no Estreito de Ormuz com GBU-72 após Morte de Larijani
As Forças Armadas dos Estados Unidos atacaram nesta terça-feira (17) bases fortificadas de mísseis de cruzeiro antinavio do Irã no Estreito de Ormuz, usando as potentes bombas de penetração GBU-72, confirmou o Comando Central americano (Centcom) em publicação oficial.
O Ataque
Segundo o Centcom, os mísseis iranianos alvejados poderiam ser usados contra navios que transitam pelo estreito — considerado uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa cerca de 20% do petróleo global.
De acordo com a CNN, no ataque foram usadas as bombas GBU-72, de grande poder de penetração, projetadas para destruir instalações fortificadas e alvos subterrâneos. O armamento utiliza sistema de orientação por GPS, o que permite precisão mesmo em condições climáticas adversas.
Contexto: Morte de Larijani e Escalada
O anúncio do ataque foi feito poucas horas depois de o Irã confirmar a morte de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, em bombardeio atribuído a Israel. Larijani era um dos homens mais poderosos do regime iraniano.
A operação americana também ocorreu após o presidente Donald Trump criticar aliados da Otan pela recusa em participar de uma ação conjunta para garantir a segurança no Estreito de Ormuz.
Tensão no Estreito
- O Irã vinha ameaçando atacar embarcações ligadas aos EUA, Israel e países aliados
- A passagem é vital para o transporte mundial de petróleo e gás natural
- O regime iraniano confirmou a morte de Larijani e prometeu represálias
- Mojtaba Khamenei publicou mensagem com foto de bebê morto em ataques, intensificando a retórica
- G1 confirmou: Irã lançou ataque em represália à morte de Larijani — vítimas são um casal de idosos
Impacto no Brasil
A escalada no Estreito de Ormuz pressiona os preços do petróleo e afeta diretamente os combustíveis no Brasil. O governo Lula já abriu inquérito na PF para investigar suspeitas de aumento abusivo nos preços e tenta evitar uma nova greve de caminhoneiros.
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, CNN Brasil, Centcom (X/Twitter oficial)