🚨 ESCÂNDALO NA PM-SP: Assassino Aposentado com R$ 21 Mil por Mês — Filha de 7 Anos da Vítima Ainda Espera Pensão
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob acusação de feminicídio contra a soldado Gisele Alves Santana, foi aposentado pela Polícia Militar de São Paulo com salário integral de aproximadamente R$ 21 mil mensais — enquanto a filha de 7 anos da vítima ainda aguarda o início do pagamento da pensão por morte da mãe.
A Indignação da Família
O contraste chocante foi denunciado pelos pais da soldado Gisele, morta em fevereiro com um tiro na cabeça:
- Pai da vítima: “Você acha justo a população do Estado de São Paulo pagar salário para um monstro desse, covarde que matou sua mulher e colega de farda porque disse não pra ele? Para aposentar ele foi rápido; para a minha filha sobrou o caixão e o luto para a família”
- Mãe da vítima: “É muito revoltante ver um assassino desse ser aposentado, é muito triste para nós, revoltante também, um assassino desse se aposentar assim tão rápido”
Os Fatos
- 18 de fevereiro: PM Gisele Alves Santana é encontrada morta com tiro na cabeça
- Março: Tenente-coronel Geraldo Neto é preso por feminicídio e fraude processual
- 6 de março: Família protocola pedido de pensão para a filha de 7 anos (prazo: 120 dias)
- 2 de abril: PM publica portaria de inatividade do acusado — aposentadoria com salário integral (~R$ 21 mil/mês)
- 3 de abril: Governo de SP anuncia que pensão da filha só será paga em 8 de abril
Impunidade Institucional
O caso expõe uma grave distorção do sistema: enquanto o acusado de matar uma colega de farda recebe aposentadoria imediata com salário integral de R$ 21 mil mensais, a criança que ficou sem a mãe foi colocada em uma fila com prazo mínimo de 120 dias para análise do benefício.
O advogado da família, José Miguel da Silva Júnior, classifica a situação como “uma discrepância enorme, que causa ainda mais indignação na sociedade”.
A Polícia Militar de SP afirma que a aposentadoria foi concedida por determinação legal — o oficial pediu a transferência para a reserva e tem direito a ela pelos critérios de proporcionalidade de idade. Mas a velocidade com que o processo do acusado foi concluído, contrastada com a demora para atender a filha da vítima, gerou comoção nacional.
Fontes: G1, Jovem Pan