🚨 DESEMPREGO SOBE SOB LULA: IBGE Confirma 6,2 Milhões Sem Trabalho e Taxa Vai a 5,8% em Fevereiro — Governo Tenta Esconder com “Recorde Histórico”
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (27) os dados da PNAD Contínua Mensal referentes ao trimestre encerrado em fevereiro de 2026: a taxa de desemprego subiu para 5,8%, com 6,2 milhões de brasileiros sem trabalho.
O Que os Números Revelam
- Taxa de desemprego: 5,8% no trimestre — alta em relação ao período anterior
- Desocupados: 6,2 milhões de brasileiros sem trabalho
- Vagas perdidas: 874 mil postos eliminados no trimestre
- Setor público: queda de 696 mil postos em administração pública, educação e saúde
- Construção civil: menos 245 mil vagas
- Subutilizados: 16,1 milhões — taxa de 14,1% (alta de 13,5%)
O Ângulo que o PT Tenta Esconder
Enquanto aliados do governo festejam que o índice é “o menor da série histórica para fevereiro”, a realidade é outra: 6,2 milhões de famílias brasileiras estão sem renda fixa, e mais de 16 milhões estão em situação de subutilização — trabalhando menos horas do que precisam ou simplesmente sem encontrar oportunidades.
A queda de empregos foi puxada pelo setor público e pela construção civil, dois setores diretamente conectados às políticas do governo Lula. O corte de contratos temporários no funcionalismo revela a fragilidade estrutural do emprego no Brasil pós-pandemia.
Rendimento Médio Sobe — Mas Informalidade Avança
O rendimento médio chegou a R$ 3.679 mensais, novo recorde histórico — alta de 5,2% em um ano. Mas o dado esconde um problema grave: os trabalhadores sem carteira assinada no setor privado caíram em 342 mil pessoas, sinal de que a formalização não avança e a proteção ao trabalhador regride.
O Contexto: Crise do Irã Pressiona Ainda Mais
Os dados chegam em meio à crise provocada pela escalada do conflito entre EUA e Irã, que disparou os preços do petróleo, combustíveis e a inflação. A pressão sobre o mercado de trabalho deve se intensificar nos próximos meses, e o governo Lula ainda não apresentou respostas estruturais.
Fontes: IBGE (PNAD Contínua Mensal), Gazeta do Povo, G1 Globo — 27/03/2026