Em um movimento desesperado para salvar o que resta da influência petista no pleito de outubro, o governo Lula confirmou a exoneração de 16 ministros nesta semana. A debandada, que já era esperada, mostra um governo esvaziado, com nomes de peso como Alckmin e Gleisi deixando seus cargos para tentar viabilizar candidaturas.
O cenário é de total incerteza nos ministérios que ficam sem comando ou são assumidos por técnicos de segunda linha, indicando que a prioridade do Planalto não é a gestão pública, mas sim a sobrevivência política. A estratégia é clara: usar a máquina administrativa para tentar recuperar terreno em um cenário de rejeição recorde.
Analistas apontam que a saída desses quadros deixa o governo sem rumo, com as pastas paralisadas e o país entregue à própria sorte enquanto o PT se concentra em uma campanha que se desenha difícil em todos os estados. O cidadão brasileiro segue pagando a conta dessa gestão irresponsável.