🚨 COLETIVA NOTURNA: Médicos alertam que Bolsonaro QUASE MORREU e ainda corre risco — bacteremia confirmada
A equipe médica responsável pelo ex-presidente Jair Bolsonaro realizou coletiva de imprensa na noite desta sexta-feira (13), no Hospital DF Star, em Brasília, com informações mais graves do que as divulgadas anteriormente. Os médicos afirmaram que a intercorrência que motivou a internação foi um evento que “quase o matou” e que o risco de morte ainda persiste.
Bacteremia: infecção bacteriana na corrente sanguínea
O cardiologista Leandro Echenique explicou que os calafrios relatados por Bolsonaro seriam um fenômeno clínico conhecido como “bacteremia” — presença de infecção bacteriana na corrente sanguínea, considerada uma complicação grave.
“Nós já havíamos alertado nos relatórios. Realmente, uma pneumonia aspirativa pode evoluir para uma insuficiência respiratória e, se não houver intervenção, o paciente pode evoluir ao óbito. O risco de um evento potencialmente mortal, mais uma vez, surge nestas circunstâncias”, declarou o médico Claudio Birolini.
A pneumonia mais grave de todas
Para o médico Brasil Caiado, a velocidade com que a infecção evoluiu foi “assustadora”: “Se um quadro começa às 2h e, às 8h, a tomografia já mostra tal grau de comprometimento dos pulmões, é uma situação que chama muita atenção.”
Esta é a terceira pneumonia de Bolsonaro desde que foi preso — e a mais severa. O ex-presidente permanece internado na UTI por tempo indeterminado.
Médicos pedem prisão domiciliar
A equipe médica voltou a pressionar pela concessão de prisão domiciliar humanitária, argumentando que em casa Bolsonaro teria alimentação mais adequada para controlar o refluxo que causou a aspiração pulmonar.
“Em casa, tem-se uma alimentação muito mais adequada. Sabemos que a alimentação influencia no processo de refluxo. Com uma dieta controlada, sem dúvida nenhuma, o risco é menor”, afirmou Brasil Caiado.
Situação atual
- Bolsonaro está estabilizado e consciente, segundo os médicos
- Recebe antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo
- Michelle Bolsonaro acompanha o marido no hospital
- Filhos foram autorizados a visitar
- Moraes proibiu entrada de celulares e computadores na UTI
Bolsonaro está preso desde 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do DF. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou escolta policial permanente no hospital.
Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, CNN Brasil, Metrópoles — coletiva de imprensa no Hospital DF Star (13/03/2026)