🚨 CENTRÃO EM PÂNICO: Com Vorcaro na Prisão, PF Promete Novas Operações e Políticos Temem Delação em Cascata
A decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter o banqueiro Daniel Vorcaro preso gerou um clima de pânico nos bastidores de Brasília nesta sexta-feira (13). Com a prisão mantida por maioria — votos de André Mendonça, Luiz Fux e Kássio Nunes Marques —, cresce entre políticos do Centrão o temor de que Vorcaro possa fechar um acordo de delação premiada com autoridades.
Prisão mantida, cenário muda
Segundo apuração do G1, integrantes do Centrão apostavam em um empate no julgamento, o que liberaria Vorcaro da prisão. A projeção não se concretizou: o relator André Mendonça articulou a maioria e o banqueiro permanece na Penitenciária Federal de Brasília.
“Com a manutenção da prisão, cria-se um ambiente para uma possível delação de Daniel Vorcaro”, revelou fonte da PF ao blog de Gerson Camarotti (G1). “O temor é mais do que uma simples apreensão — é pânico na classe política.”
PF promete novas operações nas próximas semanas
Investigadores da Polícia Federal afirmam que 80% do material apreendido com Vorcaro e demais investigados já foi analisado. Com isso, novas operações da PF devem ocorrer nas próximas semanas — o que amplifica ainda mais o clima de tensão no poder.
Vale lembrar que o primeiro celular apreendido com Vorcaro já revelou mensagens gravíssimas. Ainda há outros oito aparelhos a serem periciados, segundo o voto do ministro Mendonça.
Toffoli fora, Gilmar vota semana que vem
Dias Toffoli se declarou suspeito e não participou do julgamento. O presidente da Segunda Turma, Gilmar Mendes, anunciou que só votará na semana que vem — mas como a maioria já foi formada, seu voto não altera o resultado prático da prisão mantida.
Reflexo no STF
Segundo fontes, a manutenção da prisão também alivia a pressão sobre o STF como instituição: havia preocupação de que o caso Master virasse o “caso Supremo”, expondo a Corte politicamente. Com a decisão técnica de Mendonça prevalecendo, o processo segue seu rito normal.
- André Mendonça (relator): voto pela manutenção da prisão
- Luiz Fux: acompanhou o relator
- Kássio Nunes Marques: acompanhou o relator
- Dias Toffoli: declarou-se suspeito
- Gilmar Mendes: voto previsto para a semana que vem
Fontes: G1/Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil