Após quatro anos de perseguição implacável, o Ministério Público finalmente recuou e admitiu que o podcaster Monark não cometeu discurso de ódio. A decisão, que encerra uma longa batalha judicial, coloca um ponto final em um dos casos mais emblemáticos de abuso contra a liberdade de expressão no Brasil.
O cidadão brasileiro, que acompanhou de perto a tentativa de silenciamento de vozes dissonantes, vê nesta decisão uma vitória da verdade. A acusação, que serviu como base para inúmeras restrições impostas ao comunicador, caiu por terra diante da falta de evidências que sustentassem o rótulo de ódio.
A liberdade de expressão é o pilar fundamental de qualquer nação que se pretenda livre. Episódios como este reforçam a necessidade de vigilância constante do trabalhador e do empreendedor contra investidas que tentam limitar o debate público. A justiça, ainda que tardia, confirmou o que muitos já sabiam: falar não é crime.