😬 TRUMP CUTUCA O JAPÃO: “Vocês Nos Avisaram Sobre Pearl Harbor?” — Primeira-Ministra Fica Sem Palavras ao Lado do Presidente Americano
Com a diplomacia sempre temperada por provocações, Donald Trump voltou a surpreender o mundo nesta quinta-feira (19). Durante a visita à Casa Branca da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, o presidente americano lembrou o ataque japonês a Pearl Harbor — em pleno Salão Oval, ao lado da líder japonesa.
O Episódio
Quando um jornalista japonês questionou Trump sobre o motivo de ele não ter avisado seus aliados antes de iniciar a guerra contra o Irã, o presidente respondeu que queria manter o “fator surpresa”. E emendou:
“Quem conhece melhor as surpresas do que o Japão? Por que não me falou sobre Pearl Harbor?”
Segundo relatos da imprensa presente, uma careta passou pelo rosto da primeira-ministra Takaichi, que se limitou a se recostar na poltrona. O momento foi capturado por câmeras e repercutiu imediatamente no mundo todo.
Contexto: Por Que os Aliados Não Foram Avisados?
Os países europeus e o Japão haviam questionado Washington por não terem sido informados previamente sobre o início dos ataques contra o Irã. Trump defendeu o sigilo como estratégia militar — e usou Pearl Harbor para ilustrar a importância do “fator surpresa”.
O ataque japonês à base naval americana no Havaí, em 7 de dezembro de 1941, foi um dos eventos mais marcantes da Segunda Guerra Mundial, levando os EUA a entrarem no conflito. O Japão capitulou em 1945 após receber as duas únicas bombas atômicas já usadas na história, causando cerca de 214 mil mortes.
Secretário Hegseth Chama Europeus de “Ingratos”
No mesmo dia, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, chamou os países europeus de “ingratos” após eles se recusarem a enviar navios militares ao Estreito de Ormuz. Mais tarde, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão emitiram uma declaração conjunta sinalizando disposição de contribuir com esforços para liberar a passagem — sem, no entanto, especificar como.
Fontes
- Jovem Pan
- G1/Globo
- Gazeta do Povo
- AFP