🕊️ ACORDO À VISTA: Trump confirma negociações acaloradas com Irã e acordo pode ser fechado ainda hoje
🚨 BREAKING | 07/04/2026 — 22h07 (Brasília)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (7) à emissora Fox News que está em “negociações acaloradas” com o Irã — poucos minutos antes do prazo final do ultimato que ele mesmo estabeleceu para os iranianos reabrirem o Estreito de Ormuz.
Paquistão pede 2 semanas a mais
O primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif, cujo governo atua como mediador entre Washington e Teerã, publicou em sua conta no X pedindo a Trump uma extensão de duas semanas do prazo para que a diplomacia siga seu curso:
“Para que a diplomacia continue seu curso, peço encarecidamente ao Presidente Trump que estenda o prazo por duas semanas”, escreveu Sharif, solicitando também ao Irã que abra o Estreito de Ormuz como “gesto de boa vontade”.
Acordo pode ser fechado ainda hoje
Uma fonte regional ouvida pela CNN sob condição de anonimato afirmou que “boas notícias são esperadas de ambos os lados em breve”, revelando que as discussões foram conduzidas diretamente pelo chefe do Exército paquistanês. Segundo a fonte, um acordo deve ser fechado ainda nesta terça-feira.
A Casa Branca confirmou que Trump foi informado sobre a proposta de cessar-fogo e que “uma resposta será dada em breve”.
Embaixadas brasileiras emitem alertas
As embaixadas do Brasil no Golfo Pérsico emitiram alertas para brasileiros na região, aconselhando que deixem a área diante da piora no conflito. O governo brasileiro monitora a situação de perto.
Contexto: o dia mais tenso do conflito
- Trump havia ameaçado: “Uma civilização inteira morrerá esta noite”
- Irã acusou Trump de incitar genocídio
- Papa, ONU e políticos americanos condenaram as declarações
- Explosões foram relatadas no Catar e sirenes soaram no Bahrein mais cedo
- Israel confirmou destruição de infraestrutura iraniana
O mundo aguarda as próximas horas. A janela diplomática ainda está aberta — mas por quanto tempo?
📰 Fontes: Gazeta do Povo, G1/Globo, CNN Brasil