🔥 VORCARO ASSINA TERMO DE CONFIDENCIALIDADE: Delação Premiada Está Oficialmente em Negociação com PGR e PF — STF no Centro das Revelações
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deu o passo mais importante até agora em direção à delação premiada: assinou o termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF), tornando oficial o início das negociações. A informação foi revelada pelo Blog da Andréia Sadi e confirmada pela Jovem Pan.
O que muda com a assinatura
O termo de confidencialidade é o ato formal que dá início ao processo de delação premiada. Com a assinatura, Vorcaro agora prestará depoimento inicial, no qual fará a exposição dos fatos e apresentará provas — ou indicará onde podem ser encontradas.
Após essa etapa, o relator do caso, ministro André Mendonça, será comunicado. Caberá ao magistrado homologar ou não a delação. A escolha de Mendonça como relator é fundamental: ele está fora do grupo de ministros que Vorcaro potencialmente implicará.
Transferência estratégica para a PF
Na última quinta-feira (19), Mendonça autorizou a transferência de Vorcaro da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência Regional da PF no Distrito Federal — o mesmo local onde estava custodiado o ex-presidente Jair Bolsonaro. A mudança foi interpretada imediatamente como sinal de que a delação havia avançado, já que na Superintendência o banqueiro fica mais acessível para conversas com investigadores.
Por que isso é explosivo
Vorcaro chegou a trocar mensagens com um número funcional do STF, confirmado pelas operadoras de telefonia à CPMI do INSS. A comissão já notificou o Tribunal pedindo a identificação do ministro. O gabinete de Alexandre de Moraes negou contato, mas o escândalo segue em aberto.
Ao mesmo tempo, a Gazeta do Povo revelou que uma possível delação envolvendo ministros do STF enfrentará forte oposição dentro da Corte e pode ser anulada com base no precedente do caso Cabral.
A virada da defesa
Em 13 de março, Vorcaro trocou o advogado Pierpaolo Bottini — que era contrário à delação — pelo Dr. Juca (José Luís Oliveira Lima), especializado em acordos de colaboração premiada e que também defende o general Walter Braga Netto. A mudança já era o sinal mais claro de que a estratégia havia mudado.
Fontes: Jovem Pan, Blog da Andréia Sadi (G1), Gazeta do Povo