🔥 TRUMP DESCARTA PAZ: “Não Quero Cessar-Fogo — Estamos Aniquilando o Irã” e Reino Unido Abre Bases para Ataque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou qualquer acordo de paz com o Irã nesta sexta-feira (20), enquanto a guerra no Oriente Médio entra no seu 21º dia. A declaração foi feita na própria Casa Branca, diante de jornalistas.
“Não faço cessar-fogo quando estou aniquilando o inimigo”
“Não quero um cessar-fogo. Você não faz um cessar-fogo quando está literalmente aniquilando o adversário“, afirmou Trump. A fala ocorreu no mesmo dia em que a Casa Branca informou que os EUA podem neutralizar a ilha iraniana de Kharg, no Estreito de Ormuz, a qualquer momento.
Horas depois, Trump sinalizou uma possível redução gradual das operações militares — mas somente após cumprir metas rígidas de segurança, incluindo:
- Degradar completamente a capacidade de mísseis iranianos
- Destruir a base industrial de defesa do Irã
- Eliminar a Marinha e Força Aérea iraniana
- Impedir definitivamente o acesso do Irã a armas nucleares
- Proteger Israel, Arábia Saudita e aliados do Golfo
Reino Unido Abre Bases para Ataques dos EUA contra o Irã
Após Trump chamar aliados da OTAN de “covardes” por não se envolverem militarmente no conflito, o Reino Unido autorizou formalmente os EUA a usar bases britânicas para atacar instalações iranianas no Estreito de Ormuz. Downing Street confirmou que o acordo inclui “operações defensivas americanas destinadas a neutralizar locais e capacidades de mísseis iranianos”.
Irã Reage: “O Inimigo Foi Derrotado”
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei — que assumiu após a morte de seu pai Ali Khamenei em ataque aéreo no primeiro dia do conflito — declarou que “o inimigo foi derrotado” e que as forças armadas iranianas não atacaram Turquia e Omã.
Escalada Iminente
O conflito, batizado pelo Pentágono de “Operação Fúria Épica”, pode escalar para ofensiva terrestre nos próximos dias. Os EUA planejam enviar fuzileiros navais adicionais à região. A revista The Economist estampou Trump em capa com o título “Operação Fúria Cega”, criticando os impactos da ofensiva.
Fontes: Jovem Pan, Gazeta do Povo, G1/Globo