🔥 IRÃ ATACA 4 PAÍSES DO GOLFO: Kuwait, Catar, Saudita e Emirados São Alvos — Trump Ameaça Destruir Campo de Gás South Pars
Em retaliação ao ataque israelense ao campo de South Pars, o Irã lançou na madrugada desta quinta-feira (19) uma ofensiva em larga escala contra instalações de energia em quatro países do Golfo Pérsico. A escalada é a mais grave desde o início do conflito e coloca o mundo em alerta máximo.
Os alvos do Irã
- Kuwait: duas refinarias de petróleo nacionais foram atacadas por drones e pegaram fogo, conforme o Ministério da Informação do país;
- Catar: Ras Laffan — o maior complexo de exportação de gás natural liquefeito (GNL) do mundo — foi atingido e pegou fogo;
- Arábia Saudita: drone atingiu a refinaria Samref, em Yanbu, no Mar Vermelho; um míssil balístico foi interceptado antes de atingir o porto;
- Emirados Árabes Unidos: centro de processamento de gás de Abu Dhabi foi fechado após interceptação de mísseis. O país responsabilizou formalmente o Irã.
A estratégia de Teerã, segundo declarações oficiais, é minar a infraestrutura energética de países do Golfo com laços com EUA e Israel, em resposta ao ataque israelense ao campo compartilhado de South Pars, na quarta-feira (18).
Trump ameaça o Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu com dureza. Em publicação em sua rede social, Trump afirmou:
“Se continuar a atacar o Catar, os Estados Unidos da América, com ou sem a ajuda ou consentimento de Israel, explodirão massivamente a totalidade do Campo de Gás South Pars com um nível de força e poder que o Irã nunca viu antes.”
Trump disse ainda que pediu a Netanyahu que não atacasse South Pars — pedido que Israel não acatou. O primeiro-ministro israelense confirmou que o país agiu sozinho e prometeu não fazer novos ataques a infraestruturas energéticas por ora.
Reação internacional
Europa e Japão emitiram declaração conjunta exigindo a interrupção imediata da ofensiva iraniana e o fim do financiamento de milícias na região. O Estreito de Ormuz segue sob tensão, com o preço do petróleo operando acima de US$ 115 o barril.
Fontes: G1 / Gazeta do Povo / CNN Brasil