💥 NOVA FASE DA GUERRA: Irã Ataca Instalações de Energia — Netanyahu Ameaça ‘Dizimar’ o Regime e Petróleo Recua
O conflito entre Irã e Israel entrou em nova fase nesta semana, com ataques iranianos a instalações de energia na região do Golfo Pérsico. O impacto já se sentia no mercado: o petróleo, que havia disparado para US$ 119 o barril, começou a recuar nesta sexta-feira (20) após o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmar que o Irã está “prestes a ser dizimado” caso os ataques continuem. A declaração foi interpretada pelos mercados como sinalização de que Israel pode partir para uma ofensiva decisiva — o que, paradoxalmente, reduziu a pressão especulativa sobre o preço do barril.
Trump, por sua vez, buscou equilibrar o discurso: confirmou que Israel parou os ataques a infraestruturas civis iranianas e reiterou que os EUA não enviarão tropas ao Irã. Ao mesmo tempo, a administração americana segue avaliando a possibilidade de liberar petróleo iraniano ao mercado global como forma de conter a crise energética — uma medida controversa que dividiria republicanos em Washington. O petróleo caiu de US$ 119 para cerca de US$ 113 durante as negociações desta manhã.
O cenário preocupa o trabalhador brasileiro. Com o diesel já a R$ 7,22 nas bombas — alta de 25% em apenas 20 dias — o custo do conflito chega à mesa das famílias e às planilhas dos caminhoneiros. Enquanto países como Argentina, sob Milei, ajustam os preços ao mercado, o governo Lula enfrenta a conta do subsídio pago com dinheiro público. A guerra no Oriente Médio não é só geopolítica: ela é econômica e chega diretamente ao bolso de cada cidadão.