🏥 FLÁVIO BOLSONARO EXIGE DOMICILIAR: “Estão brincando com a vida do meu pai” — família pressiona STF após internação grave na UTI
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi direto ao ponto nesta sexta-feira (13): negar a prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro, internado com broncopneumonia bacteriana bilateral grave, é “brincar com a vida” de um cidadão que tem direito ao cuidado da família.
“Não dá mais para essa paranoia de fuga”
Em declaração emocionada às portas do Hospital DF Star, em Brasília, onde o pai foi transferido de emergência da Papudinha ainda na madrugada desta sexta, Flávio foi incisivo: “Cumpra-se a lei! O mínimo que ele deveria ter é essa domiciliar humanitária em casa, onde pode ter cuidado permanente da família.” O senador lembrou que os sintomas atuais — febre alta, queda de saturação, calafrios e sudorese — são os mais graves que Bolsonaro já apresentou desde que foi baleado em 2018.
Histórico de saúde fragilizado por sequelas do atentado
Bolsonaro acumula complicações físicas desde o atentado de setembro de 2018, em Juiz de Fora (MG). Múltiplas cirurgias abdominais deixaram aderências que causam obstrução intestinal recorrente, hérnias e infecções. Preso desde 15 de janeiro, mantido em cela no complexo da Papuda, o ex-presidente viu sua condição se deteriorar. Médicos descrevem líquido nos pulmões — resultado de broncoaspiração — como o elemento mais preocupante da internação atual.
STF mantém silêncio sobre domiciliar
Enquanto a família clama por humanidade, o STF não se manifestou sobre a possibilidade de concessão de prisão domiciliar. Para o cidadão comum, a equação é simples: um homem de 70 anos, com histórico cirúrgico pesado, preso preventivamente em condições que agravaram sua saúde, merece no mínimo o conforto da família. A pergunta que fica é: até quando o Supremo vai fechar os olhos para essa realidade?