🏥 BRASIL UNIDO POR BOLSONARO: Tarcísio, Flávio, Michelle e Ministros do STF Pressionam por Prisão Domiciliar — Moraes Pede Laudo Médico
A ofensiva pela prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou força nesta semana com uma mobilização ampla e inédita: Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas, a bancada bolsonarista no Congresso e até ministros do próprio STF articulam, nos bastidores, para que o ministro Alexandre de Moraes conceda ao ex-presidente o direito de cumprir pena em casa.
Bolsonaro está internado na UTI desde a semana passada com broncopneumonia bacteriana grave, causada por aspiração decorrente de soluços constantes — sequela de cirurgia. Aliados relatam que, se ele tivesse chegado ao hospital cerca de uma hora mais tarde, poderia ter morrido. A situação humanitária passou a ser o principal argumento da família: Michelle quer encontrar pessoalmente Moraes para relatar que o ex-presidente não pode ficar sozinho à noite pelo risco de broncoaspiração.
Moraes pediu na quarta-feira (18) um novo relatório médico sobre o estado de saúde de Bolsonaro antes de decidir. Segundo fontes ouvidas pela imprensa, a chance de concessão da domiciliar é desta vez mais concreta. Parte dos aliados acredita que a fragilização do ministro com o caso Banco Master — a esposa de Moraes prestou serviços ao Master — contribui para que ele busque uma solução que desvie pressão política. Uma eventual morte de Bolsonaro na prisão seria interpretada por grande parte da sociedade como responsabilidade do próprio ministro.
Frente ampla de pressão
Tarcísio de Freitas foi ao STF na semana passada e se reuniu com pelo menos cinco ministros da corte. Flávio Bolsonaro visitou Moraes pessoalmente na terça (17). Ao menos dois ministros próximos ao relator também participam ativamente do esforço de convencimento. Nas palavras de um deles, a transferência se tornou “uma questão humanitária”.
A bancada do PL na Câmara e no Senado acompanha cada passo. Com Flávio Bolsonaro empatado com Lula nas pesquisas para 2026, a equação política mudou de patamar — e Moraes sabe disso.