🏁 TRUMP ANUNCIA FIM PRÓXIMO: EUA Estão ‘Muito Perto’ de Atingir Objetivos no Irã — Presidente Estuda Encerrar a Guerra
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu aliados e adversários neste sábado ao declarar que as forças americanas estão “muito perto” de atingir todos os objetivos militares estabelecidos contra o Irã. Em declaração à imprensa, Trump abriu a possibilidade de encerrar formalmente as operações nos próximos dias — caso o regime dos aiatolás aceite as condições impostas por Washington.
Segundo Trump, a destruição de instalações nucleares, mísseis balísticos e parte da capacidade naval iraniana já foi cumprida. “Fizemos o que dissemos que faríamos. O Irã sabe disso melhor do que ninguém”, afirmou o presidente americano, sem citar datas concretas para o fim dos bombardeios. A declaração vem após ataques às instalações de Natanz e bases militares ao longo do estreito de Ormuz.
A sinalização de Trump divide opiniões entre os aliados dos EUA. A OTAN permanece dividida — com o Reino Unido autorizando o uso de bases britânicas para operações, enquanto países como França e Alemanha pressionam por um cessar-fogo imediato. O mercado internacional de petróleo reagiu com leve queda após as palavras do presidente: cotações recuaram cerca de 2% com a perspectiva de fim das hostilidades. Para o trabalhador brasileiro, que já sente o impacto do diesel 20% mais caro nas bombas, qualquer redução nas tensões é bem-vinda.
O que vem a seguir?
Analistas de defesa ouvidos pela imprensa internacional alertam que o Irã ainda detém capacidade de retaliação — incluindo milícias aliadas no Líbano, Iraque e Iêmen. O regime de Teerã até agora recusou qualquer negociação direta com Washington e ameaçou atacar destinos turísticos ao redor do mundo caso os bombardeios continuem. Trump, por sua vez, deixou claro: “Se o Irã retaliar, a resposta será ainda mais contundente.”
A guerra que começou há quatro semanas já provocou consequências globais severas — alta dos combustíveis, pressão inflacionária e instabilidade nos mercados. O trabalhador e o caminhoneiro brasileiros, reféns de uma política de preços atrelada ao mercado externo, são os que mais sofrem com cada dia de conflito.