🌐 TRUMP ULTIMATO A TEERÃ: Irã Deve Reabrir Ormuz para Haver Acordo — Prazo Expira em 6 de Abril e Mercado Global Fica em Alerta
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (28) que o Irã precisa reabrir o Estreito de Ormuz como pré-condição para alcançar qualquer acordo diplomático com Washington. A declaração endurece ainda mais a postura americana na guerra que já dura um mês, com mais de 3.300 mortos e devastação crescente da infraestrutura militar iraniana.
Ormuz é o ponto estratégico mais sensível do conflito: por ele passa cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. O bloqueio imposto pelo Irã ao estreito provocou choque nos mercados globais, elevou os preços dos combustíveis e forçou países como o Brasil a buscar rotas alternativas — o governo Lula fechou acordo com a Turquia para garantir escoamento do agronegócio para o Oriente Médio e Ásia Central.
Trump declarou que a operação militar americana está “mais avançada do que o previsto”, com 80% dos mísseis iranianos já destruídos segundo o Pentágono. No entanto, os drones de baixo custo e o bloqueio marítimo continuam impedindo uma vitória decisiva. O presidente americano admitiu ponderar o envio de tropas terrestres ao Irã, o que representaria uma escalada histórica sem precedentes desde o Iraque.
Prazo até 6 de Abril
O Irã rejeitou formalmente a proposta americana de cessar-fogo e informou que aguardará até 6 de abril para decidir se negocia. O regime dos aiatolás também vive instabilidade interna: o novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, está desaparecido da vida pública há 28 dias, com relatos de que teria sido ferido e desfigurado em um dos ataques.
Reflexo no Mercado e na América Latina
O choque do petróleo derivado do conflito já impacta o Brasil diretamente. O preço do diesel voltou ao centro do debate político, com Lula tentando dividir o prejuízo com governadores — proposta recusada por nomes como o governador Ronaldo Caiado (GO). A Argentina de Milei reagiu liberando até 15% de etanol na gasolina para reduzir a dependência do petróleo importado, medida que favorece diretamente os produtores brasileiros de cana-de-açúcar.