O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou mais uma provocação direta ao regime iraniano — desta vez, usando a Copa do Mundo como palco. Em postagem no Truth Social nesta quinta-feira (12), Trump afirmou que a seleção do Irã é bem-vinda para disputar o torneio, mas deixou um recado inequívoco: não recomenda a presença dos atletas iranianos em território americano, para a própria segurança deles.
A provocação no contexto da guerra
O comentário de Trump acontece em meio à intensificação dos conflitos entre EUA e Irã no Oriente Médio, após o novo aiatolá Mojtaba Khamenei ordenar o fechamento do Estreito de Ormuz e os EUA lançarem a Operação Epic Fury contra alvos iranianos. O ministro esportivo do Irã havia declarado que a seleção não participaria da Copa por culpa dos americanos. Trump, com característica ironia, virou o argumento: a seleção pode ir, o regime é que deveria se preocupar com o que está por vir.
Guerra avança rápido, diz Trump
Em outra declaração recente, Trump afirmou que a guerra contra o Irã avança muito rapidamente. O regime islâmico de Teerã, que perdeu aliados como o Hezbollah e o Hamas nos últimos anos, enfrenta agora pressão militar direta dos EUA e de Israel. Netanyahu, por sua vez, fez ameaças diretas ao novo aiatolá, afirmando que o regime já sofreu golpes pesados e não tem como mostrar a cara. A estratégia americana combina pressão militar, sanções econômicas e guerra psicológica — e Trump domina os três campos com desenvoltura.
Mundo observa, Brasil paga a conta
Para o cidadão brasileiro, o conflito tem consequência direta e imediata: o petróleo disparou acima de US$ 100 o barril, o diesel falta no campo, e a Petrobras cortou 30% do fornecimento a distribuidoras para abril. O governo Lula tenta tapar o sol com a peneira via subsídios emergenciais, enquanto o produtor rural vê a safra ameaçada. A cada dia que o conflito se arrasta, mais cara fica a conta para o trabalhador e para a família brasileira.