🇵🇾 PARAGUAI SE ALIA A TRUMP E VIRA O “TIGRE GUARANI”: País Abre Portas para Minerais, Bases Militares e Energia — Enquanto Lula Se Recusa a Cooperar
Enquanto o governo Lula mantém distância de Washington e se recusa a designar facções criminosas como terroristas, o Paraguai do presidente Santiago Peña caminha na direção oposta — e colhe os frutos. A parceria entre Assunção e o governo Trump nas áreas de defesa, minerais críticos e energia está transformando o pequeno país sul-americano no novo queridinho dos investidores e da Casa Branca.
Minerais Críticos e Bases Militares
O Paraguai firmou acordo com os Estados Unidos para exploração de terras raras e minerais estratégicos, reduzindo a dependência americana da China. O governo paraguaio prepara uma atualização do seu código de mineração, e o vice-ministro de Minas e Energia, Mauricio Bejarano, confirmou “indícios” da existência de terras raras em solo paraguaio.
Na área de segurança, Peña sancionou em março uma parceria militar que permite o destacamento de tropas americanas no país. O chamado Acordo do Estatuto das Forças (Sofa) autoriza a circulação de militares, equipamentos e aeronaves dos EUA, com foco na vigilância da Tríplice Fronteira — onde o PCC e outras facções expandem suas operações.
Economia em Alta: PIB de 4% e Inflação Controlada
Os números não mentem. O Paraguai projeta crescimento de 4% do PIB em 2026, com inflação de apenas 3,1% — uma das menores da América Latina. O país já é chamado de “tigre guarani”, em referência aos tigres asiáticos que cresceram aceleradamente nos anos 1990. Empresas brasileiras fazem fila para investir em Ciudad del Este e arredores.
O subsecretário de Estado americano, Christopher Landau, descreveu o Paraguai como “um grande amigo” dos EUA. As exportações de carne bovina paraguaia para os americanos dobraram no último ano. E há negociações sobre a compra de energia de Itaipu para abastecer projetos de inteligência artificial.
Lição para o Brasil
Enquanto o Paraguai abre portas, atrai capital e fortalece sua segurança com os EUA, o Brasil de Lula se fecha em protecionismo, aumenta impostos e se recusa a colaborar com Washington no combate ao crime organizado. O contraste é gritante — e o cidadão brasileiro é quem paga o preço da teimosia ideológica do Planalto.