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MUNDO

🇦🇷 DOIS ANOS DE MILEI: Argentina Derrota a Inflação, Zera o Déficit e Vira Exemplo Para o Mundo — O Que o Brasil Ainda Recusa a Aprender

🇦🇷 DOIS ANOS DE MILEI: Argentina Derrota a Inflação, Zera o Déficit e Vira Exemplo Para o Mundo — O Que o Brasil Ainda Recusa a Aprender

Quando Javier Milei assumiu a presidência da Argentina em dezembro de 2023, herdou um país com inflação superior a 200% ao ano, déficit público galopante e um Estado obeso que sufocava o empreendedor e o trabalhador. Dois anos depois, os números contam uma história diferente — e inconveniente para quem nunca acreditou no modelo. A Argentina registrou superávit fiscal primário durante o primeiro ano completo de governo, cortou ministérios, eliminou subsídios clientelistas e reduziu drasticamente a inflação mensal.

As reformas enviadas ao Congresso argentino em 2026 aprofundam o projeto: mudanças trabalhistas que reduzem o custo de contratar, reforma tributária que simplifica o sistema e atrai investimento, além de acordos comerciais com os EUA e a União Europeia que abrem mercados para o produtor argentino. O resultado prático chegou ao bolso da família: com a inflação caindo e o emprego formal crescendo, o poder de compra do trabalhador argentino começa a se recuperar após décadas de peronismo.

O contraste com o Brasil é gritante. Enquanto Milei corta e cresce, o governo Lula gasta e endivida. O diesel bateu R$ 7, o Ibovespa derreteu com instabilidade interna e externa, e o Estado brasileiro acumula déficits enquanto aumenta a carga tributária sobre quem produz. A lição da Argentina é simples e poderosa: Estado menor, moeda sólida e liberdade econômica funcionam. O Brasil vai demorar mais para aprender — mas o exemplo está ali, do outro lado da fronteira.

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